Os seguros de vida, automóveis ou residências ainda são temas que geram muitas dúvidas entre as pessoas. Algumas histórias contadas por aí por quem nem sempre conhece bem sobre o assunto acabam, ainda, criando certos mitos.

Isso impede que as pessoas contratem esse tipo de serviço, ficando mais vulneráveis a diversos imprevistos (principalmente os financeiros, que podem desestruturar todos os seus planejamentos).

Para evitar essa situação e esclarecer questionamentos, leia o post a seguir e entenda mais sobre o tema:

1. Fazer um seguro de vida é muito caro

Essa é uma das principais falácias que circulam por aí. A realidade, por outro lado, é que as operadoras de seguros oferecem opções para todo tipo de perfil. Sendo assim, ter um seguro de vida não é algo só para quem tem muito dinheiro.

Existem diversos planos que variam em função da idade do contratante, do valor da apólice, do tipo de cobertura desejada, etc. Portanto, as pessoas devem se informar melhor antes de deixar de lado a ideia de contar com maior segurança e tranquilidade!

Fazer uma pesquisa é fundamental para saber mais sobre preços e benefícios. Um seguro de vida normalmente é mais barato do que o seguro de um automóvel, por exemplo — ao contrário do que muitas pessoas imaginam.

2. Ainda não formei minha família, então não preciso de um seguro de vida

O pensamento de que apenas o provedor de uma família deve fazer um seguro de vida é uma bobagem! É claro que, nessa situação, pode ser ainda mais vantajoso, já que estamos expostos a alguns riscos e não temos certezas sobre o futuro.

Em caso de morte ou algum outro prejuízo, por exemplo, os familiares e dependentes podem ficar mais tranquilos financeiramente para dar continuidade aos seus projetos (pagar o estudo dos filhos, ajudar nos custos da casa, etc).

Contudo, mesmo para uma pessoa solteira e sem filhos, o seguro de vida pode ser interessante: se você sofrer algum tipo de acidente ou contrair uma doença que o impeça de trabalhar, você poderá ser seu próprio beneficiário, recebendo o valor da cobertura para cobrir o tratamento e suas despesas nesse período.

3. Os benefícios dos seguros de vida só valem em caso de falecimento

Esse também é um mito comum: muitas pessoas pensam que fazer um seguro de vida é esperar a morte de alguém querido para se beneficiar.

Como foi citado no tópico anterior, os benefícios podem ser usufruídos em vida — como no caso de invalidez ou afastamento temporário do trabalho decorrido de acidentes ou doenças. Tudo isso deve estar especificado no contrato firmado entre o cliente e a operadora.

Logo, esse é outro ponto que faz com que buscar informações e tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto seja imprescindível, sobretudo para quem deseja se sentir mais protegido e livre de imprevistos.

4. Pagar um seguro de vida é mais um gasto para a família

De certa forma, o seguro é um valor a mais nas despesas mensais da família, ou mesmo de uma pessoa solteira. O erro está em focar na ideia de que é um gasto dispensável e não enxergar o seguro de vida como um investimento.

A verdade é que ninguém está completamente protegido de alguns tipos de fatalidades. Por mais cuidado que se tenha no dia a dia, às vezes precisamos ser mais racionais para fazer melhores escolhas.

Não estamos livres da morte, de doenças, acidentes e outros problemas. Também devemos considerar o desequilíbrio financeiro para seus familiares ou dependentes caso esse tipo de situação ocorra — afinal, apesar do momento difícil, as contas continuam a chegar.

Por isso, desvendar esses mitos e repensar alguns fatores é essencial para reconsiderar a importância desse serviço!

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