Quando se fala em investimento seguro pensamos logo na poupança, não é mesmo ? Mas você já ouviu falar em outros tipos de investimento em Renda Fixa?
Essa modalidade é uma das melhores maneiras de poupar e investir com segurança. O nome fixa se dá exatamente porque ela possui uma rentabilidade de certa forma previsível. Podendo ter a rentabilidade fixada em um percentual mensal ou seguir algum índice como a taxa Selic ou o CDI.

Neste texto, você vai entender melhor sobre esse tipo de aplicação e conhecer mais uma ótima forma de fazer uma reserva para o seu futuro.

Entenda a diferença entre investimento em renda fixa e em renda variável


 

Diferentes formas de rentabilidade

Existem diferentes tipos de rentabilidade em aplicações em renda fixa. Os prefixados são investimentos com uma taxa fixa de rentabilidade, por exemplo, 10% ao ano. O rendimento permanecerá o mesmo ao longo do ano, independente de qualquer alteração do mercado. Já os pós-fixados são aplicações com taxa de rentabilidade também fixas, porém atrelada a um indexador da economia, como o CDI. Assim, a instituição financeira paga um percentual deste índice ao investidor, por exemplo, 100% do CDI ao ano.

Rentabilidade em relação ao CDI

Não deixe de analisar a rentabilidade da aplicação! A rentabilidade dos investimentos em renda fixa costuma ser expressa em relação ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que se aproxima da taxa SELIC. Vamos entender o que eles significam e por que a rentabilidade é avaliada dessa forma?

CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é o título negociado entre bancos e usado como referência em fundos de investimento. Enquanto a Taxa SELIC é a taxa básica de juros da nossa economia.

Como já falamos nesse post, normalmente a rentabilidade de um investimento é avaliada em relação ao CDI. Mas como isso funciona?

Quando diz-se que um investimento rende 100% do CDI, isso significa que o valor investido teve exatamente a mesma rentabilidade da taxa. Com isso, se o CDI teve uma variação positiva de 11% no último ano, o seu investimento também rendeu 11% no mesmo período.

Para ter um parâmetro de comparação, hoje a poupança está rendendo em média 70% do CDI, mais a taxa referencial de juros. Um exemplo dessa taxa referencial, calculada pelo Banco Central para controlar inflação, foi a de setembro de 2018, que estava zerada.

Alguns tipos de investimentos em renda fixa são:

  • Recibo de Depósito Cooperativo (RDC) e Certificado de Depósito Bancário (CDB) – Nessas aplicações, o investidor receberá em troca o valor do juro, que toma como referência o CDI (Certificado de Depósitos Interbancários).
  • Fundo DI – Esse título não tem carência, o aporte mínimo é baixo, possível encontrar fundos sem aplicação mínima. A rentabilidade respeita o benchmark do CDI e pode ultrapassar 100%, dependendo da instituição financeira.
  • Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) – As Letras de Crédito são dois tipos de investimentos em renda fixa que funcionam de forma bem similar. Eles nada mais são do que um empréstimo do investidor para a instituição financeira emissora. O rendimento da aplicação é definido no momento da contratação.
  • Tesouro Direto – Nessa aplicação é como se o cidadão comum realizasse um empréstimo em dinheiro para o Estado e, então, recebesse esse valor de volta de forma corrigida e com a incidência de juros.

 

Garantia e Impostos

Outro ponto fundamental a ser levado em consideração ao avaliar qualquer tipo de investimento é se ele tem cobertura de garantia e quais os impostos e taxas atreladas à aplicação.

Existem dois principais fundos para cobertura das aplicações em renda fixa. O Fundo Garantidor de Crédito (FGC), para aplicações em bancos, e o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), no caso de aplicações em cooperativas de crédito. Esses são mecanismos que garantem o reembolso do investidor caso o banco ou a cooperativa venha a falência. Isto é, essa modalidade de aplicação o investidor tem a garantia da sua aplicação no valor de até R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira.

Não esqueça de verificar quais são os impostos que influenciam diretamente na rentabilidade. As aplicações para pessoa física normalmente possuem dois tipos de tributação: Imposto de Renda (IR) e Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A incidência desses impostos variam de um investimento para outro.

O imposto de Renda (I.R.) é a alíquota cobrada em cima dos rendimentos obtidos na aplicação, dependendo do tipo de investimento e do prazo de aplicação. Quanto maior o período da aplicação, menor é a retenção de impostos. Veja a tabela resumo dessa taxa.

O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) é cobrado caso o resgate do investimento em renda fixa seja feito com menos de 30 dias. Calculado de forma regressiva, o IOF diminui à medida que o prazo de aplicação aumenta.

Além dos impostos, um fundo de investimento pode cobrar outras taxas. Uma delas é a taxa de administração ou a remuneração paga pela prestação de um serviço. Uma das vantagens de empregar o dinheiro em um fundo de investimento é ter profissionais especializados realizando a gestão dele, sendo a taxa de administração o que sustenta esse serviço. A taxa é expressa por porcentagem ao ano e o valor depende do fundo e da instituição No caso, de aplicações feitas no RDC ou no CDB, essa taxa não é cobrada.

Viu como existem muitas possibilidades para fazer o seu dinheiro render com segurança? Entre todas elas, o RDC (Recibo de Depósito Cooperativo) do Sicoob Credijustra é uma ótima opção pois, além da rentabilidade, oferece a possibilidade de participar das sobras da cooperativa. Além disso, esse investimento possui baixo grau de risco, alta liquidez e a garantia do Fundo Garantidor Cooperativo (FGCoop).
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