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Quem Somos


SICOOB CREDIJUSTRA

A Credijustra é uma Cooperativa de Crédito do Judiciário Trabalhista e Ministério Público do Trabalho. Seus associados são: Ministros, Juízes, Procuradores e Servidores dos órgãos atendidos.

Participam do quadro social as associações de Magistrados, Procuradores e servidores e instituições sem fins lucrativos, como: condomínios, igrejas, sindicatos, ONG´s e outras.

Já fazem parte da CREDIJUSTRA a ANAMATRA (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho); a AMATRA X (Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 10ª Região); a ASTRISUTRA (Associação dos Servidores do Tribunal Superior do Trabalho); a ASDR (Associação dos Servidores do TRT 10ª Região).

Os sócios realizam operações de empréstimo ou aplicação. O dinheiro investido pelos sócios aplicadores é emprestado para os sócios tomadores. Estes remuneram o dinheiro do aplicador e contribuem para a geração de sobras financeiras.

Em outras palavras, a Credijustra pratica as mesmas operações dos bancos convencionais. A diferença reside no fato de que tudo o que se ganha com as operações geradas(sobras), são distribuídas aos sócios.

O compromisso da Credijustra é com a saúde financeira de seus sócios. Boa gestão, credibilidade, solidariedade e seriedade, constituem a receita de qualidade e sucesso.

A cooperativa já movimenta mais de R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais).  Por esses e outros motivos, a Credijustra é uma das cooperativas mais bem sucedidas do país, já somando mais de 15 anos de credibilidade, rentabilidade e segurança.

O funcionamento é autorizado pelo Banco Central do Brasil, sendo permitida a nossa atuação em nível nacional. A missão institucional é promover o bom uso do crédito de maneira que todos possam gozar dos benefícios de ser proprietário de uma instituição financeira cooperativa. Seus sócios são os donos do empreendimento.

O início do cooperativismo.

A história do cooperativismo começou quando 28 tecelões da cidade de Rochdale, Inglaterra, em 1844, reuniram-se com o objetivo de vencer as dificuldades ocasionadas pela revolução industrial e, convencidos de que a união dos esforços e objetivos afins era o melhor caminho para o sucesso na realização dos projetos criaram, oficialmente, a primeira Cooperativa. A partir daí surgia um novo modelo de organização sócio-produtiva: o Cooperativismo. Hoje as Cooperativas continuam sendo associações de pessoas sem fins lucrativos, com a finalidade de prestar serviços aos cooperados. O cooperativismo consolidou-se conceitualmente, como: a união de pessoas voltadas para um objetivo comum, organizado em bases democráticas para atender, solidariamente, às necessidades econômicas e sócias de todos.

Ramos do cooperativismo.

O cooperativismo participa de diversos ramos das atividades econômicas. Dentro deste modelo produtivo, as cooperativas buscam negociar entre si, pois, desta maneira, promovem a desconcentração de renda, haja visto, que as mesmas, de uma maneira geral, comportam pequenos produtores, que se não estivessem unidos, certamente não conseguiriam manter-se dentro de um mercado global tão competitivo. As grandes corporações não vêem com bons olhos a prática do cooperativismo. A socialização da distribuição dos resultados incomoda os concentradores de renda.

Dentre os vários ramos do cooperativismo, destacamos:

Agropecuário; Consumo; Crédito: Rural e urbano; Educação; Eletrificação; Habitacional; Mineração; Produção; Saúde; Telefonia; Trabalho e Turismo.

O Cooperativismo de crédito.

As Cooperativas de crédito funcionam como bancos populares, em outras palavras, a Cooperativa é um banco onde o Cooperante, além de cliente , é dono.

Você já se imaginou dono de um banco? Além de usufruir de toda a gama de produtos e serviços financeiros, tomar empréstimos a juros inferiores aos do mercado ou receber rendimentos superiores nas aplicações, ainda lhe assegurar participação nas sobras?

Sim! É esse o papel das Cooperativas de Crédito. Administrar e gerir democraticamente os recursos dos seus cooperantes.

Fiscalização e controle.

A Credijustra é fiscalizada triplamente: pelo Banco Central do Brasil; por auditores independentes da Central de Cooperativas de Crédito do DF e por conselheiros fiscais eleitos por um colégio de delegados. O BACEN determina as diretrizes que devem ser cumpridas para que possamos trabalhar com todos os produtos dos demais agentes financeiros, realiza fiscalização mensal da documentação contábil da Cooperativa. Realiza também pesquisa dos nomes dos candidatos eleitos para compor os Conselho de Administração e Fiscal. Somente após a cuidadosa análise da autarquia os eleitos podem tomar posse. Os auditores da Central das Cooperativas de Crédito do Distrito Federal - CECREDIF, efetuam duas auditorias anuais sobre as movimentações da Credijustra. Ao final dos trabalhos são confeccionados relatórios que ficam à disposição dos Conselhos de Administração e Fiscal. O Conselho Fiscal é composto por três Cooperantes que são eleitos para um mandato de um ano. Esses Cooperantes são treinados pela CECREDIF para fazer a fiscalização mensal das contas da Cooperativa. Ao cabo de suas reuniões são lavradas Atas de fiscalização que ficam à disposição de todos os Cooperantes que desejarem proceder a leitura sobre o que foi constatado pelos Fiscais.

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